Se um bebê reborn realmente fizesse mal, por que as crianças se encantam tanto com bonecas e brincadeiras de cuidar? O mesmo acontece com adultos: o desejo de cuidar, lembrar ou sentir-se próximo de algo afetivo permanece vivo.
Em clínicas e hospitais, os reborns têm sido usados para ensinar pais a segurar um recém-nascido, trocar fraldas e realizar manobras básicas. São ferramentas artísticas e terapêuticas valiosas.
Benefícios: alívio da ansiedade, apoio em momentos de luto, estímulo à memória em idosos, educação emocional para crianças, apoio no "ninho vazio". O problema não está no reborn — está no exagero. Qualquer excesso faz mal. O reborn pode ser um apoio e um símbolo, mas jamais deve substituir o contato humano.
Como artista reborn, levo essa responsabilidade a sério: entrego arte emocional com verdade e consciência.

